• O design de Hugo França

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    O portoalegrense Hugo França mora na Bahia e desde o final dos anos 1980, desenvolve “esculturas mobiliárias”, expressão usada primeiramente pela crítica Ethel Leon para descrever a produção que ele executa a partir de resíduos florestais e urbanos – árvores condenadas naturalmente, por ação das intempéries ou pela ação do homem.

    As peças criadas pelo designer nascem de um diálogo criativo com a matéria-prima: tudo começa e termina na árvore. Ela é a sua inspiração; suas formas, buracos, rachaduras, marcas de queimada e da ação do tempo provocam sua sensibilidade e o conduzem a um desenho cuidadosamente escolhido, uma intervenção mínima que gera peças únicas.

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    Praticamente todas as partes da árvore encontradas podem ser utilizadas. Raízes desenterradas, troncos ocos, toras maciças – tudo pode ser transformado em obras únicas. Durante todo o processo, as formas e texturas naturais são valorizadas de modo que as esculturas mobiliárias remetam sempre à sua origem: a árvore, principal inspiração do artesão.


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  • Simplicidade e sofisticação

    Mondrian grid

    Piet Mondrian contribui vastamente para o movimento de arte denominado De Stijl. Seus trabalhos se concentraram em formas simples e uso de cores primárias, como a icônica obra acima, Composição com Amarelo, Azul e Vermelho.
    Confira outras obras inspiradas neste estilo, que encontramos no Abduzeedo.

     

    Este estilo se relaciona também com o trabalho da Ana. Veja aqui.